Viagens corporativas ganham peso estratégico em 2026 diante de cenário geopolítico mais complexo
Mesmo com ferramentas digitais, a presença física em viagens corporativas permanece essencial para negociações, cadeias de suprimentos e expansão internacional, avalia agência
São Paulo, janeiro de 2026 — Em um contexto global marcado por tensões comerciais, instabilidade geopolítica e reconfiguração de cadeias produtivas, as viagens corporativas voltaram a ocupar um papel central nas estratégias empresariais em 2026. Mesmo com o avanço de ferramentas digitais e reuniões remotas, empresas têm reforçado a importância da presença física para negociações, expansão internacional e tomada de decisões críticas.
Relatórios recentes do setor indicam que viagens corporativas seguem em trajetória de recuperação e crescimento, impulsionado pela necessidade de fortalecer relações comerciais, acompanhar operações internacionais e mitigar riscos em ambientes econômicos mais fragmentados. A avaliação é de que encontros presenciais continuam sendo determinantes para acordos complexos e construção de confiança entre parceiros globais.
De acordo com análises divulgadas neste início de ano por entidades internacionais do setor, empresas têm priorizado deslocamentos estratégicos, mesmo diante de custos mais elevados e orçamentos mais controlados. A leitura é que viagens corporativas deixaram de ser vistas apenas como despesa operacional e passaram a ser tratadas como investimento direto em performance, governança e competitividade.
No Brasil, a Voetur Viagens acompanha esse movimento de forma consistente. Com atuação nacional e foco em soluções integradas de viagens corporativas, a empresa observa uma demanda crescente por planejamento mais criterioso, gestão de riscos e alinhamento entre mobilidade corporativa e objetivos de negócio.
“As viagens corporativas assumiram um papel ainda mais estratégico em um cenário de maior complexidade geopolítica. Em 2026, a presença física em reuniões, negociações e eventos internacionais é decisiva para empresas que buscam crescimento sustentável e relações comerciais de longo prazo”, afirma Humberto Cançado, CEO da Voetur Viagens.
Segundo estudos setoriais, a expectativa é de que os gastos globais com viagens corporativas continuem avançando ao longo de 2026, mesmo com desafios macroeconômicos em regiões como Europa e América do Norte. O movimento reflete a necessidade das empresas de acompanhar de perto fornecedores, clientes e operações distribuídas em diferentes mercados.
Na avaliação da Voetur, além da retomada do volume de viagens, há uma mudança no perfil das demandas corporativas. Empresas buscam mais controle, previsibilidade e inteligência na gestão dos deslocamentos, considerando aspectos como compliance, segurança do viajante e retorno sobre investimento.
“Os clientes estão mais atentos ao valor estratégico de cada viagem. Não se trata apenas de deslocar executivos, mas de alinhar itinerários, políticas internas e indicadores de resultado aos objetivos da empresa. As viagens corporativas hoje são uma ferramenta de gestão”, destaca Humberto.
Especialistas do setor apontam que esse cenário tende a se manter ao longo do ano, especialmente diante da intensificação de disputas comerciais, ajustes regulatórios e reorganização das cadeias globais de suprimentos. Nesse ambiente, a mobilidade corporativa passa a ser tratada como parte da estratégia empresarial e não apenas como suporte operacional.
Com isso, as viagens corporativas se consolidam como um dos pilares da atuação internacional das empresas em 2026, exigindo planejamento especializado e leitura constante do cenário global, um movimento que reforça o papel das gestoras de viagens corporativas como parceiras estratégicas das organizações.