Embratur é finalista do Prêmio Faz Diferença após ano recorde no turismo internacional

DESENVOLVIMENTO, EMPREGO E RENDA
 

Embratur é finalista do Prêmio Faz Diferença após ano recorde no turismo internacional

Agência é destaque na categoria Economia por diversificar a promoção internacional do Brasil com novos destinos, afroturismo e nômades digitais e superar metas do Plano Nacional de TurismoA Embratur entende o turismo internacional como um veículo de desenvolvimento e distribuição de renda (Crédito: Marcio Menasce/ Embratur)

 A Embratur é finalista da 23ª edição do Prêmio Faz Diferença, do jornal O Globo. A iniciativa homenageia brasileiros e entidades com trajetórias exemplares. A Agência disputa o reconhecimento na categoria Economia com a fabricante catarinense de equipamentos industriais e para o setor elétrico WEG e com a cientista Mariangela Hungria, da Embrapa Soja. A indicação destaca a eficiência do trabalho de promoção internacional do Brasil em 2025.

A Embratur entende o turismo internacional como um veículo de desenvolvimento e distribuição de renda. O dinheiro deixado por turistas internacionais no país fica no destino, fortalecendo a geração de empregos e negócios em um setor conduzido, em grande parte, por pequenas e médias empresas.

Para se ter uma ideia da importância da atividade turística, em 2025, o Brasil atingiu um novo patamar histórico na entrada de dólares do turismo internacional. Em 12 meses, visitantes de outros países deixaram o montante de US$ 7,865 bilhões nas economias dos destinos. O valor representa um aumento de 7,1% em relação a 2024, quando o total foi de US$ 7,341 bilhões.

Os números refletem a chegada desses viajantes. No acumulado do ano passado, o país recebeu 9.287.196 turistas estrangeiros. O volume recorde representa alta de 37,1% no comparativo com 2024 e supera em 34,6% a meta estabelecida no Plano Nacional de Turismo (PNT). O fluxo equivale ao desembarque de quase 3 mil voos internacionais em solo nacional durante o período.

A escolha da Agência para a final reflete o sucesso de estratégias como o Programa Novas Rotas, voltado para a internacionalização de destinos fora do eixo tradicional, capacitando profissionais e valorizando experiências sustentáveis. O projeto distribui a renda turística por diversas regiões do território brasileiro, gerando empregos e novos negócios. O trabalho da Agência voltado para atração de nômades digitais interessados em vivências autênticas também chamou a atenção.

Outra importante ação citada para a candidatura é o incentivo ao Afroturismo como ferramenta de promoção internacional, dignidade e valorização da cultura negra. A Embratur firmou parceria com o Banco CAF para mapear boas práticas, avanços e desafios no setor do Afroturismo no Brasil, apoiou e apoia eventos como o Afropunk e o Black Travel Summit, e produziu, ainda, episódios especiais para a série de minidocumentários Turismo Transforma com o tema. As ações posicionam a diversidade étnica brasileira como ativo central da imagem do país no mercado externo.

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, a indicação “reflete uma mudança de paradigma”. “O Brasil agora convida o mundo a conhecer sua alma. Com o Programa Novas Rotas e o fortalecimento do Afroturismo, provamos que a promoção internacional pode e deve ser uma ferramenta de justiça social e preservação ambiental. Não queremos apenas que o turista venha; queremos que ele conheça o Brasil profundo. Isso é geração de emprego e renda, de novos negócios, de desenvolvimento e dignidade para as comunidades locais de norte a sul do país”, afirma.

O vencedor será definido pela soma de votos de jornalistas, premiados de 2024 e do público. Interessados podem participar da escolha até 12 de abril por meio do site oficial da premiação. O jornal divulgará os nomes escolhidos em um caderno especial em 25 de abril. A votação está disponível neste link.

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